A promessa de um universo sem fim se mostrou bastante real. Uma década após o lançamento, a comunidade de No Man’s Sky conseguiu pisar em menos de 1% de todos os planetas disponíveis na galáxia do jogo. A revelação veio diretamente do criador do título, Sean Murray, através de uma carta aberta celebrando a jornada do projeto.
Os números ajudam a visualizar o tamanho real dessa escala. A Hello Games entregou 18 quintilhões de mundos gerados proceduralmente. Se a base de jogadores quisesse mapear cada pedaço de terra virtual desse mapa colossal, a tarefa levaria aproximadamente 500 bilhões de anos para ser concluída.
O cenário atual consolida uma das maiores histórias de redenção já vistas na indústria dos videogames. O projeto chegou a ser massacrado pela crítica e pelo público logo na estreia por não alcançar a ambição técnica divulgada nos trailers. Aos poucos, a desenvolvedora arrumou a casa. O trabalho constante transformou o jogo na experiência massiva de exploração espacial que os fãs de ficção científica tanto esperavam.
E o estúdio não pretende tirar o pé do acelerador tão cedo. Murray aproveitou o comunicado para avisar que a equipe ainda enxerga muito potencial para o título. O futuro da exploração já tem um norte definido, com um teaser da próxima atualização, batizada de COSMOS. Nos bastidores, a desenvolvedora também dedica seus esforços ao desenvolvimento de Light No Fire, seu próximo grande lançamento.
No Man’s Sky está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e PC.